Educação é principal ferramenta contra racismo, dizem especialistas
O professor universitário Jésus Gomes notou uma mudança no comportamento do filho de 13 anos. O adolescente, que costuma ser falante e vivia mandando mensagens carinhosas para o pai, estava quieto. A explicação veio depois de uma conversa: o menino havia sido vítima de racismo. “Coloquei a mão no joelho dele e disse: filho você sabe que comigo pode abrir o jogo e ele me olhou e falou que recebeu uma mensagem com alguma coisa assim ‘achei que você era meu amigo, mas já vi que preto não presta'”, relatou. No caso do filho do Jésus, a ofensa foi num…
