Caros leitores, estou impactado depois de assistir a “A Longa Marcha: Caminhe ou Morra” (Paris Filmes, 2025). Um filme brutal em todos os sentidos. Baseado em um romance de Stephen King, este longa é um contraste total em relação a outros filmes recentes, como “A Vida de Chuck”.
A história se passa em um futuro distópico nos Estados Unidos, sob um regime autoritário. Anualmente, jovens são escolhidos para participar da Longa Marcha, uma competição brutal com o objetivo de ser o último sobrevivente.
Alerta de violência: “A Longa Marcha” é um filme intenso que não poupa o espectador. A maneira como o título surge após minutos de introdução é bem trabalhada, preparando o tom do filme.
O que nos espera nessa caminhada?
Conhecemos os personagens ao longo da trama, questionando os benefícios envolvidos na competição. O filme consegue envolver o espectador, fazendo-o refletir sobre a nossa própria realidade. A brutalidade e a frieza da competição televisionada são chocantes.
Reflexões depois dos créditos
Saí da sessão com dúvidas e questionamentos sobre o que assisti. Foi apenas ação e violência, ou uma crítica social profunda? São questionamentos que espero que todos façam depois de assistir a este filme.
Compartilhem suas opiniões nas redes sociais, mas atenção: se você é sensível à violência, este filme não é recomendado. A caminhada pode ser importante, mas nunca devemos seguir sozinhos.
Um abraço e até a próxima.
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